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Maranhão reduz drasticamente fila e tempo de espera por transplante de córneas

Os avanços são fruto do investimento da gestão na Central Estadual de Transplantes e no Plano de Aceleração de Transplantes.

31/08/2025 às 19h37
Por: Hilton Lima Fonte: Secom Maranhão
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Foto: Reprodução/Secom Maranhão
Foto: Reprodução/Secom Maranhão

O Maranhão segue alcançando resultados expressivos na área de transplantes. No que diz respeito aos procedimentos de córnea, em apenas dois anos, o estado reduziu drasticamente o tempo médio de espera e o número de pacientes na fila, além de aumentar significativamente o número de cirurgias realizadas.

Os avanços são fruto do investimento da gestão na Central Estadual de Transplantes e no Plano de Aceleração de Transplantes. 

De acordo com dados do Sistema Nacional de Transplantes (SNT), o tempo médio de espera, que em 2022 era de 42 meses, caiu para 41 meses em 2023, 32 meses em 2024 e chegou a 18 meses em 2025 — uma redução de mais de 50% apenas no último ano. Paralelamente, a fila por um transplante de córnea, que em 2023 registrava 864 pacientes, hoje conta com 361 pessoas aguardando o procedimento.

O aumento da oferta também é evidente: em 2022 foram realizados 133 transplantes de córnea; em 2023, 255; em 2024, 457; e, em 2025, já são 288 procedimentos realizados, com expectativa de alcançar número ainda maior até o fim do ano.

O secretário de Estado da Saúde, Tiago Fernandes, ressaltou o compromisso da gestão em acelerar os transplantes e garantir acesso ágil aos pacientes. “Estamos trabalhando para que cada vez menos maranhenses precisem esperar anos por um transplante. O Plano de Aceleração de Transplantes é um marco nessa política, permitindo que mais vidas sejam transformadas e que a saúde do Maranhão avance de forma resolutiva”, afirmou.

O Plano de Aceleração de Transplantes fez o Maranhão saltar da última posição (27ª) no ranking nacional de doadores efetivos para a 11ª. Além disso, o estado conseguiu reduzir significativamente a taxa de negativa familiar para doação de órgãos e tecidos, que antes estava em torno de 70% para 54%, e em julho deste ano 33%, equiparando o Estado às grandes potências do transplante situadas nas regiões Sul e Sudeste do Brasil.

Segundo o coordenador da Central Estadual de Transplantes, Hiago Sousa Bastos, os resultados são fruto de uma estratégia integrada de alta gestão pela Central de Transplantes que envolve captação, logística e parceria institucional. “Conseguimos reduzir drasticamente o tempo de espera e a fila porque ampliamos a unidades para captação de córneas, treinamos as equipes e investimos em capacitação continuada, com organização dos fluxos e fortalecimento de parcerias com os serviços que realizam as cirurgias, especialmente o Banco de Olhos do Maranhão, que é referência nesse procedimento, bem como inauguramos a OPO do Hospital Dr. Carlos Macieira, que é nosso destaque em busca e entrevista familiar para doação”, destacou.

Até 2023, o Maranhão permaneceu 23 anos com apenas um núcleo para captação de córneas, o Banco de Olhos do HUUFMA. Em dois anos, inauguramos os centros de captação na OPO HCM, Socorrão I, Socorrão II e OPO Imperatriz. Hoje o Maranhão conta com 5 unidades de busca e captação para córneas.

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